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Tecnologia botânica para a gestão de alimentos saudáveis

Tecnologia botânica para a gestão de alimentos saudáveis

Você já pensou alguma vez se as frutas e verduras que consome diariamente são saudáveis? Esta é a história de Estanislao Martínez, CEO da AGQ Labs, um dos laboratórios espanhóis que garante que as frutas e verduras cheguem em perfeitas condições ao ponto de venda.


 

Estanislao Martínez é o fundador e CEO da AGQ Labs, uma empresa dedicada à análise de frutas e verduras cultivadas no campo, cuja finalidade é garantir a mais alta qualidade. O objetivo desta PME espanhola é que as frutas e verduras consumidas nos lares do país ibérico passem por todos os controles e que sua qualidade esteja certificada.

No centro químico da AGQ trabalham 300 profissionais e a empresa conta com a presença em mais de 20 países. Em 2014, ela recebeu o prêmio “Proyecto Exterior de Pequeñas y Medianas Empresas”, concedido pela Cofides (Companhia espanhola de Financiamento do Desenvolvimento). Mas o caminho até aqui não foi fácil e, como explica Estanislao Martínez, durante o período duro a AGQ conseguiu superar algumas dificuldades financeiras com a ajuda do Banco Santander, principalmente no que diz respeito à expansão do negócio.

Para fazer uma agricultura sustentável não é preciso ter as melhores ferramentas de cultivo, e sim um modelo de desenvolvimento baseado em Pesquisa & Desenvolvimento + Inovação (P&D+i). Desta forma, os clientes da AGQ Labs podem saber ao certo se um alimento pode ser consumido ou não. A empresa investe uma média de 10% a 15% do seu faturamento em atividades de P&D+i a cada ano.

Muitas amostras, como as laranjas, costumam ter componentes verdadeiramente saudáveis por si sós, portanto, existe a possibilidade de o resultado ser confundido. No entanto, graças à tecnologia usada na AGQ Labs, os resultados são precisos e o cliente é capaz de saber, a qualquer momento, se a fruta pode ser comercializada ou não.

Fazendo referência ao modelo de desenvolvimento deste laboratório baseado na excelência desde o ponto de vista da sustentabilidade ambiental, de acordo com Estanislao as empresas devem alocar, no máximo, metade dos recursos para consolidar o que está gerando negócios. O restante deve ser destinado para inovar e diversificar em setores relacionados que permitam evoluir e se adaptar a um mercado cada vez mais cambiante”.

Desta forma, contribui-se para uma agricultura mais sustentável, que permite alimentos muito mais seguros e saudáveis.