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Saúde financeira

Técnicas para melhorar a saúde financeira da sua família

A economia doméstica, assim como a das empresas, é um setor no qual as famílias ganham e perdem. Os índices financeiros ajudam as famílias a economizar


Como medir a saúde financeira da sua família?

Da mesma forma que as empresas e o Estado, as famílias recebem, economizam, gastam, investem e trocam. O monitoramento da economia familiar depende do conhecimento que eles têm sobre os índices financeiros.

Quais são os indicadores financeiros e como eles funcionam?

Os indicadores são ferramentas utilizadas por especialistas financeiros para analisar o estado das contas de uma empresa, um Estado ou uma casa. Você tem que conhecê-los para gerenciar adequadamente os recursos, a fim de que a subsistência e o crescimento dessa pequena economia sejam garantidos.

Esses instrumentos nos ajudam a prestar atenção e antecipar uma situação que ponha em risco nosso dinheiro. Por exemplo, você está no meio do mês e quer sair de férias ou comprar um carro. Dependendo do seu momento econômico, você pode fazer uma coisa ou outra, ambas ou nenhuma. Sem perceber, analisamos e calculamos diferentes indicadores.

Casa, hipoteca, educação. Estes são setores que você deve gerenciar em conjunto com sua família, estabelecendo prioridades. A maioria sabe quanto custa a hipoteca, a educação de seus filhos e quanto gastam em comida, por mês. No entanto, quase ninguém sabe analisá-lo de maneira conjunta e realista.

Por essa razão, o Banco Santander apoiou um projeto que quer aproximar o campo financeiro a todo mundo: “Finanças para os mortais”.

Tipos de indicadores

Um indicador é uma relação entre duas magnitudes. Ou seja, o índice de produtividade de uma empresa compara as horas que um funcionário trabalha com os resultados do seu trabalho.

"Os índices fornecem informações em termos relativos, não em termos absolutos. Isoladamente, eles não servem para praticamente nada ", diz Sotero Amador, professor da Universidade à Distância de Madri. Ele acrescenta: "Há tantos índices quanto somos capazes de imaginar. É por isso que temos que procurar aqueles que nos servem ”.

1. Liquidez. Indica se temos capacidade suficiente para enfrentar nossas obrigações mais próximas. O termo 'liquidez' refere-se a contas correntes, depósitos, ações e ativos que podem ser convertidos em dinheiro. Se o resultado for positivo, teremos boa saúde financeira; se for menos de um, estamos diante de uma situação de baixa liquidez que pode dificultar o pagamento das dívidas.

2. Garantia ou solvência. Compara nossos ativos e investimentos com as dívidas. Se for maior que um, o ativo é superior ao passivo, portanto nosso patrimônio é positivo. Caso contrário, estaríamos em situação de déficit ou falência.

3. De endividamento. Isso nos ajuda a calcular o peso das nossas dívidas unicamente de acordo com o nosso patrimônio. Se o indicador for maior que um, a dívida é alta. Geralmente supõe um sinal inequívoco de alarme.

Em resumo, os indicadores financeiros estão ao nosso alcance e nos permitem efetivamente verificar o bom ou o mau estado de nossa economia.

Técnicas para melhorar a saúde financeira

 

1.- Qual é a saúde financeira da sua família?

Está na hora de fazer as contas. Prepare um registro ddas receitas e despesas. Desta forma, saberemos a capacidade de poupança que temos, isto é, se podemos lidar com momentos imprevistos ou com a dívida que temos.

 

2.- Aja com respeito aos resultados obtidos

Depois de fazer esse balanço, saberemos se nossa conta é positiva ou negativa. Se estivermos no vermelho, teremos que fazer alguns ajustes. Se os números forem favoráveis, podemos decidir sobre como gastar com o dinheiro economizado.

 

3.- Invista em ativos financeiros com o excedente

Você pode optar por continuar poupando, tendo em mente algum plano de pensão ou investindo, por exemplo, no mercado de ações. No entanto, devemos ter em mente que o dinheiro que investimos não é garantido.

 

4.- Menos despesas na hipoteca com Euribor no mínimo

Com a Euribor muito baixa, é um ótimo momento para os hipotecados. As taxas caíram e é recomendado destinar as economias para reduzir o empréstimo. Esse sempre deve ser um assunto prioritário.

 

5.- Pague seus créditos no prazo

Temos que estar muito atentos para pagar os empréstimos no período estabelecido. Em geral, os bancos aplicam juros altos se atrasarmos o pagamento.

 

6.- Fazer uso adequado de cartões de crédito

Com certeza nas férias gastamos mais. Temos que dar uma olhada nas despesas e usar os cartões racionalmente durante o ano. Sem perceber, podemos facilmente nos endividar.

 

7.- Eduque seus filhos para economizar

No futuro, seus filhos estarão na mesma situação. Faça com que eles participem da economia da casa. Todos na família devem conhecer as contas. Dessa forma, os jovens podem evitar gastos inúteis. Os especialistas recomendam dar a eles uma mesada e que eles a administrem. 

 

8.- Verifique seu seguro

É preciso revisa-lo e confirmar se o que contratamos realmente se encaixa no nosso estilo de vida e se é o mais econômico.

 

9.- Reduza suas despesas supérfluas

Comer fora todos os dias, fumar, tomar um táxi, tomar uma cerveja são coisas que podem ser evitadas e que, sem perceber, somam uma enorme despesa no nosso dia a dia.

 

10.- Economize no dia a dia

Em um mundo dominado por smartphones, podemos abrir mão do telefone fixo. Outras recomendações são fazer a compra com uma lista e economizar energia. São vários os aplicativos que podem ajudar a organizar suas economias

 

11.- Compre na liquidação, blackfriday, etc

Diante da redução do consumo devido à crise, as empresas começaram a lançar campanhas de desconto durante o ano. Aproveite esses momentos para comprar.

 

12.-Aproveite as bolsas de estudo e as ajudas a famílias

Especialmente no campo da educação. Além disso, na internet podemos encontrar muitos cursos gratuitos. Muitas universidades oferecem cursos online de graça.

 

13.- Controlar taxas bancárias

A maioria dos bancos eliminou as comissões de manutenção da conta. Verifique os descontos que você pode ter.