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Vivienda sostenible: 5 consejos para cuidar el medio ambiente

Habitação sustentável: 5 conselhos para cuidar do meio ambiente

O interesse pelo meio ambiente e por adotar um modo de vida saudável cresceu exponencialmente nas últimas décadas. Um dos reflexos disso foi o surgimento da arquitetura bioclimática, que aproveita os recursos naturais, como a vegetação, a chuva, o vento ou o sol para construir residências sustentáveis.


A popularidade das casas eficientes e a aposta por parte de arquitetos e construtoras tornaram este modelo mais elegante do que nunca e, ao mesmo tempo, acessível a todos os bolsos. Suas características permitem, entre outras vantagens, economizar em luz, água e gás e evitar problemas respiratórios e alergias por conta dos materiais utilizados. E ainda que haja casas 100% sustentáveis, também é possível dar um toque ecológico à sua casa “convencional” incorporando alguns dos avanços tecnológicos associados à residência sustentável. Alguns exemplos: 

 

  • Painéis solares ou turbinas eólicas domésticas. Com a instalação, é possível gerar sua própria energia de forma ecológica e depois usá-la para abastecer eletrodomésticos, além de criar um sistema próprio de aquecimento ou esquentar a água da casa. São dois sistemas compatíveis e simples com boas opções no mercado. A vantagem é dupla: poluir menos e economizar mais.
     
  • Tanques de águas pluviais. São fáceis de instalar. Com eles, você pode coletar a água da chuva e usá-la mais tarde na limpeza máquina de lavar roupa, máquina de lavar louça, chão, carro etc. ou para regar suas plantas. Nos últimos anos, chegaram ao mercado depósitos que imitam paredes de pedra, colunas ou ânforas, como os comercializados pela empresa espanhola Sunbox.
     
  • Domótica. A tecnologia aplicada ao lar é outro dos elementos que podem tornar a vida mais fácil, confortável e segura. Sua aplicação está concentrada em quatro áreas: conforto, economia de energia, comunicações e segurança pessoal. Controlar e programar a subida e descida das persianas de acordo com o nascer e o pôr do sol, escolher a temperatura que deseja em cada espaço da casa, ver os cômodos principais desde um dispositivo móvel, ser alertado e receber uma foto se forem detectados movimentos em certas horas...

Infinitas possibilidades que vão desde os pacotes mais básicos criados por marcas de tecnologia como a Leotec, com um módulo de início de pouco mais de 100 euros e que pode ser ampliado a um projeto abrangente desenvolvido por empresas como a Loxone, que acaba transformando a residência em uma verdadeira smart home, ou casa inteligente.

O custo econômico associado dessas instalações não deve, em nenhum caso, ser considerado uma despesa, mas sim um investimento. Por um lado, permitirá que você economize uma quantidade significativa de dinheiro cada mês, podendo recuperar gradualmente o que se gastou. Por outro lado, aumentam consideravelmente o valor de mercado da propriedade.

 

Dicas para o dia-a-dia

Existe, ainda, uma série de hábitos que podem ajudá-lo a criar uma residência sustentável. Eles exigem pouco esforço e você terá um duplo benefício. O primeiro, diminuir o valor das contas/despesas. O segundo, reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) liberadas na atmosfera através das atividades diárias. Estes são alguns dos gestos que podem tornar sua casa ou apartamento eficiente gastando pouco:

  • O bom isolamento da casa é fundamental. As portas e janelas são os principais locais onde o calor escapa no inverno e entra no verão. A melhor solução é ter algumas molduras e janelas de qualidade, de preferência com vidros duplos. Uma medida muito efetiva é colocar calafetações nas molduras e roletes na parte inferior das portas, especialmente na entrada da casa, e o material pode ser comprado a preços muito baixos nas grandes lojas de construção e acabamento.
     
  • Usar a energia do sol também é fundamental. No inverno, é aconselhável subir as persianas durante as horas de mais luz para aquecer naturalmente a casa. No verão, o contrário: as persianas devem estar abaixadas e as janelas fechadas durante as horas de sol intenso, evitando que o interior da casa esteja superaquecido, o que acaba forçando a diminuir a temperatura com ventiladores ou ar-condicionado.
     
  • As temperaturas em que você climatiza a casa nos meses quente e frio também são importantes. Durante o inverno, basta programar o aquecimento em 19-21 graus. Para o verão, 25 graus. Se você também pode regular a temperatura da água quente da casa, o ideal é 35 graus.
     
  • As lâmpadas LED são ligeiramente mais caras do que as lâmpadas tradicionais, mas sua duração é muito maior (até 70 mil horas de funcionamento) e seu consumo é mínimo. Também é aconselhável desligar completamente as televisões, videogames ou outros aparelhos elétricos que possuem a função standby, pois neste modo eles continuam gastando energia. Isso supõe cerca de 14% do que se consome quando estão ligados.
     
  • No momento de renovar os eletrodomésticos da sua casa, o melhor é optar por aparelhos de baixo consumo, com certificações energéticas de classe A. Eles são um pouco mais caros, mas consomem menos energia e, em alguns anos, acabam sendo lucrativos. Por exemplo, os eletrodomésticos A++ reduzem os custos da eletricidade em 80%. Cada quilowatt de eletricidade gasto por um aparelho emite cerca de 400 gramas de dióxido de carbono na atmosfera.