As 4 mudanças estrela da Champions

As 4 mudanças estrela da Champions


A leitura vai levar 3 minutes

A UEFA lançou novidades incríveis ​​na atual edição da Liga dos Campeões, o que significará uma pequena revolução no mais importante campeonato continental da Europa.


A divisão de horários em duas rodadas ou a possibilidade de realizar uma quarta troca, no caso de prorrogação, marcarão a competição que, por enquanto, não utilizará o VAR até a próxima temporada.

Novos horários

O tempo dos jogos representa uma das mudanças mais marcantes da temporada 2018-2019 da Liga dos Campeões, que este ano patrocina o Banco Santander e cujo embaixador é o futebolista Ronaldo. O horário bem conhecido de “20:45 hora da Espanha” desaparece e dá lugar a dois novos horários. Desta forma, as partidas são disputadas às 18:55 e às 21:00 horas. Com isso, se pretende conseguir mais benefícios na venda dos direitos de televisão. Até agora, a programação era fixa e só se antecipavam apenas alguns jogos que aconteciam na Europa Oriental, como a Rússia ou a Bielorrússia, dependendo da estação e das condições meteorológicas. Com a nova programação, você pode alcançar os mercados asiáticos e australianos, cujo interesse pelo futebol europeu está aumentando significativamente.

As audiências das Champions vive um desenvolvimento progressivo e a organização continental quer responder a essa demanda. A última final entre Real Madrid e Liverpool, que representou a terceira Copa Europeia consecutiva do conjunto branco, foi transmitida em 226 países e teve uma audiência de 350 milhões de telespectadores. 1.800 profissionais de mídia foram credenciados; entre eles, 550 jornalistas, 130 comentaristas e 170 fotógrafos. Com as mudanças, a organização espera atingir um número ainda maior de fãs.

Uma mudança extra na prorrogação

Outra novidade que a Liga dos Campeões aborda para esta edição é a possibilidade de fazer uma quarta mudança na prorrogação. Com a Copa do Mundo na Rússia como referência, a UEFA confirmou em 5 de julho a entrada em vigor dessa nova regra. No caso do tempo extra, cada equipe poderá contar com quatro substituições, uma a mais que o habitual até agora. Uma equipe que tenha feito duas alterações ao longo dos 90 minutos do jogo, poderá fazer mais duas substituições se a partida atingir a prorrogação. Esta novidade já foi incorporada na Supercopa da Europa disputada em Tallinn entre o Real Madrid e o Atlético de Madri, ainda que não pôde ser aplicada porque não se chegou à prorrogação.

Na Copa do Mundo da Rússia, quatro jogos foram para a prorrogação e nenhum dos times saiu sem usar a quarta substituição.

Os novos regulamentos também afetam o número de reservas. Você poderá ter sete jogadores no banco em todas as rodadas até as semifinais, e na final esse valor será estendido para 12.

A incógnita do VAR

Haverá VAR na próxima edição da Liga dos Campeões? É uma das mudanças que a UEFA já confirmou para a temporada 2019-2020. Esta tecnologia já está presente em muitas das principais ligas e passou com sucesso no teste da última Copa do Mundo da Rússia. Embora a organização continental fosse a favor de incluí-la, até agora havia alguns obstáculos que impossibilitavam colocar a tecnologia em operação a partir da fase conjunta, como a falta de árbitros com experiência no VAR e as condições de certos estádios.

Atualmente, oito ligas europeias já estão usando o VAR: Espanha, França, Itália, Bélgica, Alemanha, Polônia, Portugal e Turquia. Não é o caso da Premier League, considerada ao lado da Liga o melhor campeonato nacional do planeta.

O precedente da Copa

Depois de um ano estabelecido na Alemanha e na Itália como referência, o VAR teve seu grande teste na última Copa do Mundo na Rússia. A arbitragem em vídeo foi usada em 440 ações durante a Copa do Mundo, 335 delas na primeira fase. A maioria dessas intervenções foi para contrastar as decisões dos árbitros, como os gols, e não teve impacto sobre o desenvolvimento do jogo. Ao longo deste primeiro turno, por 18 vezes os árbitros que acompanham o jogo nas telas de TV intervieram para dar uma resolução. O mais atraente foi o de cancelar a penalidade chutada contra o jogador brasileiro Neymar Junior contra a Costa Rica. O árbitro apontou e o VAR anulou-o.

Nas rodadas seguintes, a tecnologia serviu para rever as metas e desempenhou um papel de destaque na final, em um instante que será guardado para a história das Copas do Mundo. O árbitro pediu ajuda em funçaõ das dúvidas sobre uma possível penalidade da Croácia por Perisic e o vídeo esclareceu. No final, a penalidade máxima foi anotada por Griezmann. Talvez o mesmo aconteça na final da Liga dos Campeões nesta temporada.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também pode gostar

A mobilidade do futuro já está aqui

O futuro da mobilidade começa hoje. Em alguns poucos anos não vamos…

Prós e contras dos cinco carros elétricos mais vendidos

Eles não poluem nem fazem barulho e seduzem muitos motoristas. Os carros…